Fraturas do Odontóide

by Sadao on December 14, 2011

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stronga title=Fratura do Odontoide href=http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextamp;pid=S1413-78522011000400003amp;lng=ptamp;nrm=iso target=_blankFratura do odontóide/a/strong

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As fraturas do odontóide correspondem a 9 a 15% das fraturas cervicais da população adulta. É a fratura cervical mais comum na população com mais de 70 anos.del cite=mailto:William%20G%20J%20Teixeira datetime=2008-06-29T19:36/delins cite=mailto:William%20G%20J%20Teixeira datetime=2008-06-29T19:36/insNos idosos, são decorrentes de traumatismos de baixa energia por quedas da própria altura. Na população mais jovem, a fratura de odontóide é resultado de traumatismos A style=’color: inherit !important;’ HREF=’http://www.inetlist.xyz’ title=’website directory’ de maior/A energia como acidentes automobilísticos. A fratura de odontóide está associada a movimento de flexo-extensão exagerado. A associação de lesões neurológicas varia de 2 a 27%,  sendo de alta gravidade ou até mesmo fatal quando presente. As radiografias simples, nas incidências de frente, perfil e transoral são um instrumento importante para o diagnóstico. Nas lesões crônicas, as radiografias dinâmicas podem ser utilizadas para avaliar a mobilidade dos fragmentos. A tomografia computadorizada auxilia nos casos em que a radiografia é duvidosa. A style=text-decoration:none;color: inherit !important; title=color scheme href=http://www.colorico.xyz colors/A Além disso, ela é capaz de prover informações importantes sobre as características da fratura. a TITLE=’domain intelliegence’ HREF=’http://www.intelip.xyz’ style=’text-decoration:none;color: inherit !important;’ ip discovery/a As reconstruções nos planos sagital (Figura 12) e coronal auxiliam na escolha do tratamento e da técnica cirúrgica quando a cirurgia for indicada.Outra vantagem da tomografia em relação à radiografia é que a primeira auxilia de maneira mais precisa na exclusão de lesões associadas.

strongFigura 1. TC com reconstrução  sagital mostrando fratura com traço favorável para uma fixação direta pela da fratura./strong
p style=text-align: center;a href=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/tc-odontoide-Cópia1.jpgimg class=size-medium wp-image-554 aligncenter title=tc odontoide src=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/tc-odontoide-Cópia1-300×291.jpg alt= width=300 height=291 //a/p
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A del cite=mailto:William%20G%20J%20Teixeira datetime=2008-06-29T19:39/delins cite=mailto:William%20G%20J%20Teixeira datetime=2008-06-29T19:39RNM /insé recomendada na presença de déficit neurológico, para avaliar a presença de lesão ligamentar ou da medula.  Vale lembrar que na presença de qualquer lesão cervical o restante da coluna deve ser examinada na busca de lesões associadas, haja visto que existe um risco de cerca de 34% de lesões da coluna não contíguas.  Figura 2. RM com fratura do odontóide e lesão medular

a href=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/odontoide-sag-central-Cópia-2.jpgimg class=aligncenter size-medium wp-image-557 title=rm odontoide src=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/odontoide-sag-central-Cópia-2-300×300.jpg alt= width=300 height=300 //a

A classificação de Anderson e D’Alonso (Figura 3), proposta em 1970 é a mais aceita e difundida. A fratura é dividida em 3 tipos:

I – Fraturas perto do topo (A)

II – Fraturas junto à base (B)

III – Fraturas envolvendo o corpo de C2 (C)

Figura 3- Classificação de Anderson e D`Alonzo

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As fraturas do tipo I, perto do topo do odontoide, ocorrem acima do ligamento transverso. Geralmente ocorrem por avulsão ligamentar pelo ligamento apical ou alar. São lesões infrequentes e possuem uma estabilidade considerável. Porém, também podem estar presentes em luxações crânio cervicais, as quais são lesões altamente instáveis.A fratura de odontóide do tipo III da classificação de Anderson e D’Alonso apresenta um traço de fratura que se estende pelo corpo de C2. É mais estável do que as fraturas do tipo II e possui um bom aporte sanguíneo. Na maior parte dos casos, as fraturas do tipo III podem ser tratadas por imobilização externa.

As fraturas do tipo II ocorrem entre o ligamento transverso e o corpo do áxis, sem extensão para as facetas articulares de C2. É o tipo mais comum e são relativamente instáveis. Ocorrem numa região de menor vascularização e estão associadas a um maior risco de pseuddel cite=mailto:Preferred%20Customer datetime=2008-06-30T14:47/delartrose.ins cite=mailto:William%20G%20J%20Teixeira datetime=2008-06-29T19:40/ins

O tratamento das fraturas do tipo II pode ser feito de forma conservadora ou cirúrgica. Além do padrão da fratura, é importante considerar as condições clínicas do doente para a decisão do tipo de tratamento mais adequado.

O tratamento conservador pode ser feito através da imobilização externa com órtese cervicotorácica rígida, gesso do tipo minerva ou halo-colete. Com o tratamento conservador, o risco de pseudartrose varia de 26 a 80% na literatura. Esse risco elevado de pseudartrose é atribuído a uma instabilidade da fratura. Os fatores de risco para pseudartrose são desvio inicial maior do que 4 a 6mm, angulação maior do que 10°, retardo no diagnóstico e idade acima dos 40 a 65 anos. Os doentes com fatores de risco significativos para pseudartrose podem ser tratados com maior segurança de forma cirúrgica. Hadley e colaboradores propuseram a inclusão do subtipo IIA na classificação de Anderson D’Alonso. Este subtipo refere a uma fratura em que há um fragmento cominuto anterior ou posterior. Esta cominuição esta presente em 5% dos casos. Esse padrão de fratura está associado a um risco elevado artrose e, portanto, o tratamento cirúrgico é recomendado.

5.1 Quais lesões devem ser operadas

Como opção, nos doentes com traço de fratura favorável, pode-se fazer a osteossíntese com o uso de parafuso interfragmentário pela via anterior (Figura 14). Essa técnica permite a preservação da rotação entre C1 e C2 e, se o ligamento transverso for competente, não há necessidade do arco posterior de C1 estar intacto, como nas técnicas que utilizam amarrilhos posteriores para artrodesar C1 e C2. A via de acesso anterior é mais anatômica e essa técnica dispensa a necessidade de enxerto de crista ilíaca o que reduz a morbidade pós operatória.

Figura 4       B. Fixação com 1 parafuso a href=http://youtu.be/Hw2kUN-Tp9svideo /a

a href=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/odontóide-final.jpgimg class=aligncenter size-medium wp-image-561 title=odontóide final src=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/odontóide-final-223×300.jpg alt= width=223 height=300 //a

No intuito de guiar a indicação desta técnica, Grauer e colaboradores dividiram as fraturas do tipo II em 3 subtipos conforme a  morfologia do traço de fratura. O tipo IIA refere-se às fraturas sem desvio. O tipo IIB corresponde a fratura com desvio que corre de ântero-superior para póstero-inferior ou uma fratura transversa. Este subtipo é considerado favorável e permite o uso do parafuso interfragmentário pela via anterior. O tipo IIC desta classificação corresponde a um traço de fratura que vai de ântero-inferior para póstero-superior ou existe cominuição significativa. Este tipo não pode ser tratado de forma satisfatória através da osteossíntese (Figura 15).

Figura 5. Traço desfavorável

a href=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/figura14-fx-odontoide.jpgimg class=aligncenter size-medium wp-image-563 title= odontoide traço desfavoravel src=http://www.drsadao.com.br/wp-content/uploads/2011/12/figura14-fx-odontoide-300×225.jpg alt= width=300 height=225 //a

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Nestes casos de traço desfavorável, são indicadas as artrodeses C1C2.

1.a href=http://www.youtube.com/watch?v=s0_5h_TLV1Uamp;feature=youtu.be target=_blankVideo da técnica WRIGHT/a.

2.a href=http://youtu.be/CdDV38ZWP5Y target=_blankVideo da técnica HARMS/a.

3. Links para textos

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